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Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Efeito Trump: Rio Indústria aponta cenário de grandes incertezas e um Brasil buscando se posicionar no meio desse turbilhão.

Publicado em: janeiro 28, 2025 | Por Johnes Hebert

 

A Associação de Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, Rio Indústria, comenta sobre a recente eleição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Para os empresários industriais que compõem a Associação, a atuação do presidente norte-americano traz consigo um cenário de incerteza, com possíveis repercussões para o Brasil e, particularmente, para o setor industrial.
 

A entidade endossa que a política econômica que Trump tem adotado, com foco no protecionismo e no nacionalismo econômico, pode gerar reflexos diretos nas relações comerciais globais. A imposição de tarifas mais altas sobre produtos estrangeiros e a busca por uma redução do déficit comercial dos Estados Unidos podem impactar a exportação brasileira, sobretudo em setores como o de commodities e manufaturas. "É possível que a instabilidade nas negociações comerciais traga dificuldades para empresas que dependem de cadeias produtivas globais, afetando a competitividade da indústria nacional", comenta o presidente Sérgio Duarte.
 

Além disso, a expectativa é de que o dólar continue a se manter forte em relação ao real. Esse movimento pode ter um efeito duplo: por um lado, encarecendo as importações e aumentando os custos de produção de muitas indústrias brasileiras, mas, por outro, pode beneficiar as exportações, tornando os produtos nacionais mais atraentes para o mercado internacional. Contudo, a volatilidade cambial sempre traz consigo um nível de risco considerável.
 

Outro ponto relevante é o comportamento da taxa de juros, que tende a permanecer elevada em função da pressão inflacionária gerada pela força do dólar e pela instabilidade econômica global. “Isso cria um ambiente de financiamento mais caro, dificultando o acesso ao crédito para muitos empresários e, consequentemente, afetando o ritmo de investimentos no setor industrial”, aponta Sérgio Duarte.
 

Conteiners (Divulgação).

A Rio Indústria reitera que o Brasil e, em particular, nossa indústria, precisarão de resiliência, adaptação e, sobretudo, capacidade de inovação para se manterem competitivos em um ambiente tão volátil.

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