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Líderes empáticos criam segurança psicológica e aumentam em quase quatro vezes a retenção de talentos

Pesquisa do BCG revela que respeito às opiniões e acolhimento gera felicidade; Instituto Internacional de Segurança Psicológica reúne experts e CEOs para debater as práticas mais atualizadas de segurança psicológica em outubro

 

Para o Boston Consulting Group (BCG), líderes que agem com empatia aumentam em quase quatro vezes (3,9) a retenção de profissionais talentosos. O dado, que aparece no estudo Psychological Safety Levels the Playing Field for Employees, está diretamente relacionado ao nível de segurança psicológica que os colaboradores encontram nas organizações para manifestar suas ideias e opiniões sem sofrer represálias.

No estudo divulgado em janeiro, a consultoria afirma que, quando os líderes usam a empatia para construir segurança psicológica - valorizando perspectivas diversas, escutando ativamente e solucionando conflitos com abordagens conscientes -, há aumentos significativos na motivação e felicidade dos colaboradores. “Tudo isto melhora os sentimentos de inclusão, uma alavanca fundamental para atrair e reter talentos.”

Além disso, nas empresas onde existem altos níveis de segurança psicológica verificou-se que 3% dos profissionais brasileiros pensaram em deixar o emprego no período de um ano. Já em ambientes onde a segurança psicológica é baixa, a percentagem de respostas quadruplicou (12%). “Promover a segurança psicológica dá trabalho e às vezes será difícil. Mas o esforço rende grandes dividendos”, de acordo com o BCG.

Por que segurança psicológica?

Visto que a criação de ambientes psicologicamente seguros é uma discussão recorrente nas empresas, especialistas internacionais e nacionais em segurança psicológica, além de executivos C-Level, vão se reunir no 2º Summit Internacional de Segurança Psicológica para debater e compartilhar experiências sobre o tema. O encontro será realizado nos dias 14 e 15 de outubro, em São Paulo, no Amcham Business Center (zona sul).

Organizado pelo Instituto Internacional de Segurança Psicológica (IISP), o evento vai trazer discussões atuais que giram em torno da segurança psicológica, como a sua influência na liderança, construção de times inovadores e produtivos e acolhimento da diversidade. O Summit é voltado para executivos e especialistas de RH e profissionais em geral. e as inscrições podem ser feitas no link https://www.segurancapsicologica.com/summit2024/.

No que se refere à liderança e desenvolvimento de equipes altamente produtivas, um dos temas a serem abordados é a integração de diferentes inteligências na tomada de decisões e melhora do ambiente organizacional, adianta Patricia Ansarah, CEO do IISP e organizadora do Summit. Haverá cases e painelistas que falam sobre a importância de trazer para o centro das decisões inteligências que são deixadas de lado, como a intuitiva, criativa, socioemocional, espiritual, além da cognitiva.

“Temos valorizado apenas algumas delas nas organizações, como a inteligência lógica. Mas precisamos falar da importância de trazer outros capitais para a tomada de decisão, como os pensamentos intuitivo, sócio relacional e criativo. Quanto mais integradas estiverem as nossas inteligências, mais perto estaremos de liderar com sabedoria.”

Serviço:

2º Summit Internacional de Segurança Psicológica

Data e horário: 14 e 15 de outubro, das 8h às 20h

Local: Amcham Business Center – Rua da Paz, 1.431 – Chácara Santo Antônio – São Paulo, SP

Público: executivos e especialistas em RH e profissionais de todas as áreas

Inscrições: https://www.segurancapsicologica.com/summit2024/

Sobre o Instituto Internacional em Segurança Psicológica

O Instituto Internacional em Segurança Psicológica (IISP) é uma organização lançada com o propósito de apoiar empresas corajosas a liderar a transformação do jeito de fazer negócios, preparando a liderança para uma gestão mais consciente e humana, por meio da Segurança Psicológica.

Precursora deste conceito aqui no País, a psicóloga organizacional Patrícia Ansarah - com mais de 20 anos atuando em RH e como executiva de grandes empresas - criou o instituto para endossar o pioneirismo e dar visibilidade ao tema no Brasil e levar soluções integradas por meio da segurança psicológica para o desenvolvimento de times e organizações.