Em Goiânia, unidades como a Ademicon Ricardo Paranhos e Jardim Goiás acompanham esse crescimento com atendimento próximo e soluções personalizadas, reforçando a confiança no consórcio como alternativa sem juros.


O consórcio vive um momento de forte expansão no Brasil e já se consolida como uma das principais alternativas para quem busca planejamento financeiro sem juros. Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios apontam que o setor atingiu, em 2025, a marca histórica de 12,76 milhões de participantes ativos, número que segue em alta em 2026, com cerca de 12,78 milhões de brasileiros consorciados. No mesmo período, foram registradas 5,16 milhões de novas adesões e um volume superior a R$ 500 bilhões em créditos comercializados, reforçando a confiança no modelo.


Esse avanço também se reflete em resultados locais. Segundo Eurípedes Silveira Neto, licenciado das unidades Ademicon Ricardo Paranhos e Jardim Goiás, em 2025 a operação alcançou R$ 430 milhões em vendas, sendo R$ 90 milhões produzidos diretamente pela equipe ESN, um dos maiores resultados da companhia. Ele destaca que, hoje, o foco vai além do consórcio e está na entrega de planejamento financeiro estratégico, com acesso a crédito inteligente, mais barato e alinhado ao crescimento de empresários e investidores.


Em meio a esse crescimento, uma dúvida ainda comum entre consumidores é sobre a segurança do consórcio. Ao contrário do que muitos imaginam, o sistema não é informal. No Brasil, ele é regulamentado pela Lei nº 11.795/2008 e fiscalizado pelo Banco Central do Brasil, que estabelece regras rígidas para o funcionamento das administradoras, garantindo transparência, organização e controle dos recursos dos participantes.


Segurança baseada em regulamentação e estrutura


Na prática, o consórcio funciona como uma compra coletiva estruturada, com formação de grupos, assembleias mensais e critérios definidos para contemplação, seja por sorteio ou lance. Os valores pagos pelos participantes são organizados em fundos comuns e de reserva, mecanismos que ajudam a garantir a estabilidade e a continuidade do grupo ao longo do tempo. Essa estrutura, segundo a ABAC, é o que sustenta a previsibilidade e a segurança do sistema.


O papel das administradoras e o avanço do setor


Dentro desse cenário, o papel das administradoras é decisivo para garantir a confiança do cliente. Empresas como a Ademicon atuam seguindo integralmente as normas do Banco Central, com gestão profissional dos grupos, acompanhamento contínuo e orientação ao consorciado ao longo de toda a jornada.


Na região de Goiânia, esse crescimento também se reflete na atuação de unidades como o Consórcio Ademicon Ricardo Paranhos e Jardim Goiás, que acompanham a expansão do setor oferecendo atendimento próximo, orientação especializada e soluções personalizadas para quem busca investir ou adquirir bens de forma planejada.


O avanço do consórcio acompanha diretamente o cenário econômico. Com taxas de juros elevadas no crédito tradicional, muitos brasileiros têm buscado alternativas que permitam organizar a vida financeira no médio e longo prazo. Nesse contexto, o modelo se destaca por não ter juros, mas sim uma taxa de administração, o que contribui para maior previsibilidade.


Com uma base que já ultrapassa 12 milhões de participantes e um sistema respaldado por regulamentação oficial, o consórcio deixa de ser visto como uma alternativa secundária e passa a ocupar um espaço cada vez mais relevante no planejamento financeiro dos brasileiros, especialmente quando associado a administradoras consolidadas no mercado.