CEO Juventude Barra Mansa
CEO & Diretor de Conteúdo

Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

O Futuro do Setor Bancário: Como a Modernização Digital Impulsionará a Competitividade

Publicado em: abril 16, 2025 | Por Johnes Hebert

 

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* Camille Ocampo

 A transformação digital deixou de ser uma tendência para se tornar uma necessidade no mundo corporativo. Em 2025, empresas que ainda operam com sistemas legados enfrentam um desafio: modernizar suas infraestruturas ou perder competitividade. Com mais de 800 bilhões de linhas de código Cobol ainda em uso, a chamada "segunda onda" da transformação digital prevê a integração de inteligência artificial (IA) e modelos híbridos, que conectam soluções tradicionais a novas plataformas em nuvem.
 

A modernização, no entanto, precisa ser conduzida de maneira estratégica. Em 2024, muitas empresas apostaram exclusivamente na IA generativa, sem uma visão integrada de suas necessidades tecnológicas. O próximo passo será combinar IA com outras soluções digitais para construir um ecossistema mais eficiente. Além disso, a automação de processos e a análise preditiva terão um papel fundamental na otimização das operações, permitindo a redução de custos e o aumento da produtividade.
 

A personalização da tecnologia será um diferencial. Modelos de IA modularizados e a expansão de microsserviços devem facilitar uma transição gradual para novas plataformas, sem comprometer operações. O conceito de "TI de duas velocidades" ganha relevância ao viabilizar a modernização contínua, enquanto mantém processos essenciais em funcionamento. Empresas que adotarem essa abordagem minimizarão riscos e terão maior flexibilidade para evoluir conforme a demanda do mercado.
 

Outro ponto essencial é a segurança cibernética. Com a crescente digitalização, as ameaças também se intensificam. Proteger dados e garantir a conformidade com regulamentações será crucial para operar de forma segura. Estratégias como autenticação multifator e uso de blockchain devem ser incorporadas às novas infraestruturas para assegurar a integridade e a confidencialidade das informações.
 

O desafio vai além da atualização de sistemas. Empresas que alinharem inovação tecnológica a estratégias de negócio estarão mais bem posicionadas para enfrentar um mercado competitivo. A integração de sistemas legados com novas tecnologias será decisiva para o crescimento. Em um ambiente de rápidas transformações, investir em modernização não é apenas uma vantagem – é uma questão de sobrevivência. Quem souber equilibrar inovação, eficiência e segurança ocupará a vanguarda da nova era digital.
 

*Camille OCampo é Diretor Executivo da Capco, consultoria especializada em gestão e tecnologia para o setor financeiro  


 

 

 

 

 

 

 

 

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