CEO Juventude Barra Mansa
CEO & Diretor de Conteúdo

Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Executivo lista como proteger o segmento logístico de ataques cibernéticos

Publicado em: julho 08, 2024 | Por Johnes Hebert


Os custos globais com ataques cibernéticos devem chegar a US$ 10,5 trilhões em 2025, segundo levantamento realizado pela Cybersecutiry Ventures


A cibersegurança se tornou fundamental no gerenciamento da cadeia de suprimentos, principalmente diante da crescente digitalização e automação do setor logístico. Inclusive, capaz de assegurar a integridade e a confiabilidade das operações, a segurança cibernética é prioridade dos líderes de supply chain, uma vez que os custos globais com ataques cibernéticos devem chegar a US$ 10,5 trilhões em 2025, segundo levantamento realizado pela Cybersecutiry Ventures.


O Brasil possui uma infraestrutura logística de proporções continentais, exigindo assim ainda mais conectividade e rastreabilidade ao longo da cadeia. Isto torna a integração entre os meios de transporte mais complexa e desafiadora, ao passo que qualquer descontinuidade durante o funcionamento resulta em atrasos, desvio de suprimentos, perdas de receita e despesas com recuperação de dados.


Sistemas vulneráveis, vazamento de dados e invasões de hackers ou vírus estão entre os principais obstáculos que ameaçam a digitalização da cadeia de suprimentos global. Pensando nisso, Marcus Braga, Senior National Sales Manager da Drivin Brasil, scale-up e partner tecnológico que otimiza os processos logísticos das frotas líderes no mercado da América Latina, pontuou abaixo como proteger o segmento logístico de ataques:


Análise de vulnerabilidade - A avaliação contínua dos riscos cibernéticos é uma das medidas mais eficazes para proteção e prevenção das operações logísticas. Responsável por identificar e entender as vulnerabilidades dos sistemas e as ameaças do mercado, esta análise possibilita mitigar perdas e riscos tanto financeiros quanto intangíveis, a exemplo dos danos à reputação da marca.


“A cadeia de suprimentos é uma operação complexa e vulnerável que lida diariamente com uma grande quantidade de dados sensíveis como informações de inventário e de clientes, rotas de entrega, questões financeiras, entre outros. A análise de vulnerabilidade não apenas mapeia como também avalia as fragilidades e possíveis ameaças, com o intuito de prevenir os ataques cibernéticos”, destaca Braga.


Profissionais engajados - Estabelecer uma cultura de cibersegurança nas organizações é essencial para elevar a conscientização sobre segurança digital. Esta medida possibilita que os colaboradores estejam engajados na proteção dos sistemas e dados da empresa, minimizando assim os riscos cibernéticos da cadeia de suprimentos. Vale destacar que a temática deve ser vista como prioridade estratégica entre CEOs, lideranças e funcionários, a fim de tornar o ambiente de trabalho mais seguro.


Adoção de novas tecnologias - Investir em tecnologias voltadas diretamente ao combate de ciberataques, a exemplo dos firewalls, sistemas de detecção de hackers, criptografia de dados e, até mesmo, soluções como inteligência artificial, machine learning e blockchain, torna o supply chain menos vulnerável.


“Estas tecnologias estão transformando o cenário logístico, principalmente quando são atualizadas e testadas regularmente com o propósito de garantir o funcionamento adequado do setor. Certificada recentemente pela ISO 27001, a Drivin está sempre atenta à gestão da segurança da informação, ao passo que nos dias atuais é fundamental assegurar a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados tanto dos nossos clientes quanto da nossa empresa”, conclui Marcus.


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