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Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Mês do combate ao racismo religioso: Volta Redonda representou o Sul Fluminense na abertura do Abril Verde

Publicado em: abril 05, 2024 | Por Johnes Hebert

Pai Sid Soares recebeu o prêmio Mãe Beata de Iemanjá em solenidade realizada no Palácio Tiradentes  

Nesta quarta-feira (03), pai Sid Soares, sacerdote do Centro Espírita Nossa Senhora da Guia (Volta Redonda), recebeu o prêmio ‘Mãe Beata de Iemanjá’ representando o Sul Fluminense na abertura do Abril Verde, mês do combate ao racismo religioso. Centenas de pessoas se reuniram no antigo plenário da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), no Palácio Tiradentes, para a premiação que homenageou lideranças da Umbanda e do Candomblé, além de lideranças que promovem ações pela liberdade religiosa no estado.  

O Abril Verde foi instituído como mês do combate à intolerância religiosa no estado do Rio de Janeiro através da lei 9301/2021, de autoria da deputada estadual Renata Souza (PSOL) propondo ações de enfrentamento, prevenção e sensibilização, com o objetivo de criar uma política permanente de conscientização da população. Outro projeto de lei de autoria da deputada neste sentido foi o 5105/2021, que implementa o observatório ‘Mãe Beata de Iemanjá’ para coletar e analisar dados sobre o racismo religioso e a violência praticada contra grupos e terreiros de religiões de matrizes africanas.  

Pai Sid Soares recebeu a homenagem Mãe Beata de Iemanjá pelo reconhecimento de ações afirmativas como projetos culturais e boas práticas realizadas no enfrentamento ao racismo religioso pelo Centro Espírita Nossa Senhora da Guia, dentro e fora do espaço do terreiro. A premiação contou com a presença líderes religiosos de outras ramificações como católica e protestante.  

“O prêmio Mãe Beata de Iemanjá simboliza a possibilidade de exercer a cidadania através da religiosidade, como há 26 anos nos ensina a matriarca do Centro Espírita Nossa Senhora da Guia. Pedimos a benção a de Mãe Célia Morais e todos os filhos e filhas da Casa, aos quais oferecemos essa homenagem. Pedimos também a benção às comunidades de terreiro da Comissão Mojuba, que lutam diuturnamente para dar visibilidade ao povo de terreiro do Sul Fluminense para um acesso pleno aos direitos e liberdade religiosa”, agradeceu Pai Sid Soares. 


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