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Johnes Hebert Victal Evangelista

🌐 Juventude BM | Brasil e Mundo Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública.

Barra Mansa destaca importância da vacina BCG

Publicado em: julho 01, 2022 | Por Johnes Hebert

Imunizante é destinado a crianças menores de 5 anos e as protegem contra as formas mais graves da tuberculose e da meningite tuberculosa

 
Devido sua importância para a saúde pública, principalmente à primeira infância, a vacina BCG (Bacilo Camette-Guérin) tem um dia só dela – 1º de julho. A responsável pela aplicação das doses no Hospital da Mulher de Barra Mansa, Marlene Fialho, explica que o imunizante é destinado às crianças menores de 5 anos de idade, protegendo os pequenos contra as formas mais graves da tuberculose e da meningite tuberculosa.
“O ideal é que a Vacina BCG seja aplicada o quanto antes. Por isso, o Hospital da Mulher – ligado à Rede Cegonha, do Ministério da Saúde – preconiza que a dose seja aplicada antes da alta médica da criança. Este trabalho que realizamos aqui facilita o acesso, aumenta os indicadores de imunização e, principalmente, serve para protegê-las contra a tuberculose e a meningite tuberculosa”, destacou Marlene, lembrando que os pequenos têm que pesar ao menos 2 Kg para poder receber o imunizante.
Apenas nesta sexta-feira, dia 1°/07, a enfermeira aplicou 11 doses no Hospital da Mulher. Um dos recém-nascidos foi Aydhan Lucas Silva Souza, filho de Grazielle Priscila da Silva.
“Fazemos a aplicação seguindo todos os protocolos de imunização, entre eles o de ser feita durante a amamentação, para que o bebê sinta menos dor. É uma aplicação intradérmica, que forma uma pápula abaixo da pele e que causa uma feridinha e cicatriz vacinal. Mesmo se não houver a feridinha, não há uma nova aplicação, conforme orienta o Ministério da Saúde desde 2019”, explicou Marlene Fialho.
Além do Hospital da Mulher, a rede municipal de Saúde disponibiliza a vacina BCG em cinco postos durante a semana, inclusive para as crianças que nasceram em unidades particulares ou em outras cidades. Os locais são os seguintes: UBS Centro (segunda-feira); USF Saudade (terça-feira); USF Santa Lúcia (quarta-feira); Clínica da Família da Vista Alegre (quinta-feira); USF Boa Vista II (sexta-feira).
Vacina BCG
Em 1921, os cientistas franceses Léon Calmette e Alphonse Guérin anunciaram ao mundo a descoberta de uma vacina contra a tuberculose. O imunizante foi desenvolvido a partir do enfraquecimento de uma bactéria causadora da versão bovina da doença, que foi batizada de Bacilo de Calmette e Guérin (por isso, a sigla BCG).
No Brasil, o imunizante chegou em 1925 e se tornou obrigatório há 46 anos. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), nos últimos 20 anos, houve uma redução de 30% nas mortes causadas pela tuberculose em todo o mundo. Nos países onde a BCG integra o programa de vacinação infantil, o imunizante previne cerca de 40 mil casos anuais de meningite tuberculosa (quando a bactéria infecta o sistema nervoso).
Mesmo assim, ainda hoje, ela está entre as dez maiores causas de morte no mundo, sendo especialmente letal nas regiões em desenvolvimento, caso da África e do Sudeste Asiático. O motivo é que a transmissão está associada a condições sanitárias precárias e a evolução é mais grave em imunodeficientes (como pessoas com HIV) sem acesso a tratamento.
Rede Cegonha
A estratégia do Ministério da Saúde, à qual o Hospital da Mulher está ligada, visa implementar uma rede de cuidados voltados às gestantes e puérperas. São ações estruturadas para garantir às mulheres o direito ao planejamento familiar, à atenção segura, qualificada e humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério, bem como às crianças o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudáveis.

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