CEO Juventude Barra Mansa
CEO & Diretor de Conteúdo

Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Projeto de Lei que obriga a informação sobre lactose nos medicamentos é aprovado

Publicado em: setembro 29, 2021 | Por Johnes Hebert


A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou a proposta que torna obrigatória a informação sobre a presença de lactose nas embalagens de medicamentos. O Projeto de Lei 7783/2017, de autoria do deputado federal Aureo Ribeiro (Solidariedade/RJ), tem o objetivo de dar mais transparência sobre a composição dos medicamentos e garantir segurança às pessoas que têm algum tipo de intolerância à lactose.

A lactose é um dos açúcares naturais do leite animal e geralmente é usada para aumentar o volume total ou para dar um sabor mais agradável ao comprimido. Remédios como antibióticos e antiinflamatórios podem conter alguma quantidade de lactose. Apesar de muitos brasileiros serem intolerantes à substância, apenas a indústria alimentícia é obrigada a informar sobre a presença ou não de lactose nos produtos.

Para o deputado federal Aureo Ribeiro, garantir que as pessoas saibam o que estão consumindo é fundamental, principalmente se a falta dessa informação pode provocar riscos à saúde.

Sabemos que a concentração de lactose por comprimido é baixa, mas dependendo do tratamento que o paciente está fazendo, ele pode ingerir vários comprimidos por dia. Pense em uma criança, que já tem uma alimentação limitada e não pode comer várias coisas, ainda passar mal por causa da falta de uma informação em um remédio. Isso pode ser facilmente resolvido com a indicação no rótulo”, afirmou. 

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pelas comissões de Seguridade Social e Família e Constituição e Justiça e de Cidadania.





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