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Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Deputado Federal Delegado Antonio Furtado é contra a taxação para uso da energia solar

Publicado em: janeiro 11, 2020 | Por Johnes Hebert



A proposta de taxação do uso da energia solar pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) tem gerado polêmica em diversos setores. Contrário à proposta, o deputado federal Delegado Antonio Furtado tem acompanhado as conversas sobre o assunto e saiu em defesa dos consumidores para evitar que sejam prejudicados com a decisão de retirar os benefícios de quem gera a própria energia e com isso cobrar individualmente pelos serviços de produção.



Nós brasileiros temos a possibilidade de gerar  nossa própria energia elétrica através do sol. A produção desse tipo de energia não provoca nenhum dano a natureza para que seja usufruída e é totalmente renovável a cada amanhecer. Não tem justificativa cobrar de quem faz uso dessa forma de energia. É um absurdo essa proposta – afirmou o deputado.



Na defesa da cobrança, a Aneel afirma ter motivos técnicos para propor a taxação já que a modalidade passou a ser permitida por meio de uma resolução da própria agência possibilitando aos brasileiros gerarem a própria energia elétrica. Como quem tem um painel solar em casa pode produzir mais energia do que precisa, o excedente é repassado para o sistema de fornecimento de energia. Como a noite não existe a produção de energia solar, as pessoas que utilizam esse sistema também consomem energia da distribuidora, sem custos. Por esse motivo, a taxação aconteceria para cobrir o custo da rede de transporte de energia e os encargos por também usarem a rede convencional.



– Já temos muitos impostos no Brasil, não podemos aceitar mais um. Está na hora de darmos incentivo para as pessoas utilizarem recursos limpos, que não afetem a natureza e não fazer o contrário. Vou defender sempre a população. Não dá para aceitar que queiram implantar essa cobrança – destacou o parlamentar. 

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