Para
o parlamentar, as forças de segurança estão sendo esquecidas na reforma
A quinta-feira (04/07) foi marcada pela
análise da Reforma da Previdência, pela comissão especial da Câmara. Empenhado
em defender uma Nova Previdência justa para todos, o deputado federal Delegado
Antonio Furtado, saiu em defesa, como sempre tem feito, dos profissionais de segurança
para que tenham tratamento adequado.
– Não estou indeciso com
relação a Nova previdência. Sei exatamente da importância que tem para colocar
o Brasil nos trilhos, para gerar emprego, para que a nossa nação seja cada vez
mais soberana e feliz. Só que é preciso entender que os funcionários da
segurança pública precisam ter um tratamento adequado nessa reforma. Não se
trata de regalia, não se trata de privilégios, não se trata de extravagancias, mas,
sim, de direitos básicos para aqueles que arriscam as suas vidas, vão as ruas
lutando pela paz, pela livre preservação das garantias das pessoas – afirmou o
parlamentar.
Desde quando assumiu o mandato,
o deputado federal Delegado Antonio Furtado tem se reunido com lideranças dos
sindicatos das policias civil, federal e rodoviário federal e agentes para
entender a necessidade da categoria e poder propor medidas que atendam aos
profissionais e não coloque em risco a segurança do cidadão.
– Eu, como policial, sei das
dificuldades do profissional de segurança porque já estive na ponta. Por isso sempre
vou colocar minha voz e minha força em defesa dessa categoria. Tenho conversado
com vários representantes da nossa categoria para entender ainda mais as
necessidades. Esses profissionais utilizam sua vida como escudo e não podem ser
esquecidos – destacou o deputado que há mais de dez anos é delegado da Polícia
Civil no Rio de Janeiro.
De acordo com o
parlamentar, alguns pontos estariam
sendo deixados de lado na reforma da previdência como a questão de pensão
por morte ou incapacidade permanente, as regras de transição, idade para
aposentadoria e alíquota de contribuição.
– As forças de segurança estão
sendo esquecidas nessa Nova Previdência. Assuntos importantes como a paridade e
integralidade, idade mínima, pensão e alíquota de contribuição precisam ser
revistos. Não se tratam de privilégios, mas sim de direitos que existem para
preservar e salvaguardar a segurança pública de todo o pais. Ter uma segurança
forte é estar em defesa da população – explicou o deputado.