Secretaria de Planejamento de Barra Mansa apresenta aos membros do Conselho das Cidades metodologia para elaboração do PPA

Plano orçamentário 2018/2021 será remetido à Câmara de Vereadores no fim de agosto
O secretário de Planejamento Urbano de Barra Mansa, Jorge Melhem, apresentou na tarde desta terça-feira, dia 20, aos integrantes do Conselho das Cidades, a metodologia para a elaboração do PPA 2018/2021 (Plano Plurianual). A apresentação foi realizada no Parque Municipal Natural de Saudade. O Plano Plurianual é previsto no artigo 165 da Constituição Federal e regulamentado pelo Decreto 2.829, de 29 de outubro de 1998. É um plano do sistema orçamentário que elenca programas do município no aporte de ações, projetos e atividades que atendam a demanda da sociedade

Desenvolvido a médio prazo, o PPA estabelece as diretrizes, objetivos e metas a serem seguidas pela administração pública no período de quatro anos e que, segundo Melhem, devem ser revisadas a cada ano. “Existe a previsão da criação de uma comissão indicada pelo prefeito Rodrigo Drable para apresentar aos secretários a metodologia de elaboração do PPA. O documento será remetido para apreciação da Câmara de Vereadores até o fim de agosto”, detalhou o secretário, ressaltando que do PPA vão derivar a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e a LOA (Lei Orçamentária Anual).

Durante a apresentação, Jorge Melhem foi questionado acerca dos recursos financeiros para a implementação e desenvolvimento das ações traçadas no PPA. “Em face da crise econômica que afeta o país e assola os municípios do Estado do Rio de Janeiro temos que planejar nossas ações com foco na captação de recursos federais. Outra questão de extrema importância diz respeito à aplicação desses recursos. Um bom planejamento não é dever, mas obrigação de todo gestor público”, disse.

Outra questão destacada pelo secretário foi o desejo da população em fiscalizar a utilização do dinheiro público. “Devido às condições encontradas no serviço público, acredito que cada cidadão almeja acompanhar onde os recursos públicos estão sendo investidos. É uma nova cultura fundamentada na democracia, em que cada cidadão, individualmente, ou reunido em associações civis, pode exercer o seu papel de sujeito no planejamento, gestão e controle das políticas públicas”, concluiu.