CEO Juventude Barra Mansa
CEO & Diretor de Conteúdo

Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Procon de Barra Mansa realiza pesquisa de preços de material escolar

Publicado em: janeiro 14, 2016 | Por Johnes Hebert

Avaliação foi feita em quatro estabelecimentos na parte central do município; lista registrou um aumento de 1,56% em comparação a 2015
O Procon de Barra Mansa divulgou nesta segunda-feira, dia 11, uma pesquisa de preços dos materiais presentes nas listas escolares. O objetivo é orientar os consumidores na hora da compra dos itens. O levantamento foi realizado entre os dias 4 e 8 de janeiro e a partir dele foram formuladas duas listagens: uma comparativa, com 20 itens e uma completa, com 70 itens.
A pesquisa apontou que o preço médio da lista com 20 itens ficou em R$ 105,28 - 1,56% a mais que o registrado em 2015. Os produtos que tiveram mais aumentos foram: a régua plástica de 30 cm, que subiu 181,25%; a tesoura de ponta redonda, que ficou 55,80% mais cara; e a borracha para tinta, que teve um aumento de 50,67%. Entre os itens que registraram queda no preço estão: lapiseira, com 40%, e a fita adesiva, que teve valor reduzido em 34,78%.
O coordenador do Procon de Barra Mansa, Bruno Volpe Maciel, alerta para os consumidores prestarem atenção aos itens presentes na lista para não serem lesados. “Materiais de uso coletivo, como produtos de limpeza, papel higiênico, tinta para impressora, álcool, etc, já estão embutidos nos custos das mensalidades das escolas e não podem ser solicitados nas listas de material escolar”, esclareceu o coordenador do Procon.
A quantidade de material solicitado pela escola também deve ser verificada antes da compra. “Se o material for utilizado para atividades do aluno em sala, dependendo da quantidade, é perfeitamente aceitável. Agora, se o papel for utilizado para confecção de provas, já deve ser custeado pela própria instituição de ensino”, exemplificou Bruno, acrescentando que a instituição não pode exigir marcas especificas. “O consumidor deve ter total liberdade para pesquisar e adquirir os produtos nos estabelecimentos com menores preços”, concluiu.

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