A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) se prepara para desligar o alto
forno 2 da usina Presidente Vargas, em Volta Redonda, e já iniciou as
primeiras demissões de funcionários no Sul Fluminense, informou o
presidente da Força Sindical, Miguel Torres.
Segundo ele, os cortes tiveram início na sexta-feira, dia 8, mas novas demissões foram registradas hoje. O sindicalista, contudo, não soube informar quantos empregados já foram dispensados.
De acordo com Torres, a expectativa é que, com o desligamento do alto forno, 3 mil funcionários diretos da CSN sejam demitidos, o que representa cerca de 30% da força de trabalho da usina.
O presidente da Força Sindical se reuniu hoje com o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, para tentar barrar as demissões.
"A ideia era que eles nos ajudassem na intermediação. Queremos abrir um canal de diálogo com a CSN. Existem ferramentas que podem ser utilizadas, como o layoff e o Plano de Proteção ao Emprego que podem evitar essas demissões", disse Torres.
Segundo ele, o governador Pezão ligou para a presidência da CSN para pedir a abertura de um canal de negociação com os sindicatos e se comprometeu a levar o assunto ainda hoje ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro. A ideia é discutir não somente as demissões no Sul Fluminense, mas a crise da siderurgia no Brasil como um todo.http://economia.uol.com.br/noticias/valor-online/2016/01/11/csn-vai-desligar-alto-forno-em-volta-redonda-diz-sindicalistas.htm
Segundo ele, os cortes tiveram início na sexta-feira, dia 8, mas novas demissões foram registradas hoje. O sindicalista, contudo, não soube informar quantos empregados já foram dispensados.
De acordo com Torres, a expectativa é que, com o desligamento do alto forno, 3 mil funcionários diretos da CSN sejam demitidos, o que representa cerca de 30% da força de trabalho da usina.
O presidente da Força Sindical se reuniu hoje com o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, para tentar barrar as demissões.
"A ideia era que eles nos ajudassem na intermediação. Queremos abrir um canal de diálogo com a CSN. Existem ferramentas que podem ser utilizadas, como o layoff e o Plano de Proteção ao Emprego que podem evitar essas demissões", disse Torres.
Segundo ele, o governador Pezão ligou para a presidência da CSN para pedir a abertura de um canal de negociação com os sindicatos e se comprometeu a levar o assunto ainda hoje ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro. A ideia é discutir não somente as demissões no Sul Fluminense, mas a crise da siderurgia no Brasil como um todo.http://economia.uol.com.br/noticias/valor-online/2016/01/11/csn-vai-desligar-alto-forno-em-volta-redonda-diz-sindicalistas.htm