Presente na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), a secretária nacional de juventude, Severine Macedo, faz um balanço do evento
A secretária nacional de
Juventude fala da participação dos jovens na JMJ, demonstrando sua
capacidade de se organizar de formas variadas e por diferentes
motivações.
Qual foi a importância da JMJ?
Severine Macedo: Ela foi mais uma mostra de que a juventude brasileira se mobiliza por suas convicções e que tem força para fazer isso massivamente, como fez nos protestos iniciados em junho ou como fez agora na JMJ. Ela é mais uma mostra de que a juventude se organiza de formas variadas - em distintos movimentos e organizações sociais, em igrejas, em partidos - e por diferentes motivações - comunitárias, culturais, políticas, religiosas. A juventude brasileira está ativa.
Qual é a mensagem que fica?
Severine Macedo: O Papa Francisco deixou recados muito bons aos jovens, pediu que lutassem para mudar o que não os satisfaz, pediu que fossem revolucionários. Ele também trouxe valores muito importantes, como solidariedade e fraternidade, criticou o poder do dinheiro, o consumismo e ainda mostrou um avanço dentro da igreja ao respeitar a diversidade sexual e também a religiosa. Achei muito importante também a ênfase dada a sua opção pelos pobres. Para o Brasil, que retirou 40 milhões de pessoas da pobreza nos últimos anos, será excelente se uma instituição com o peso da Igreja Católica estiver firme no combate à desigualdade social em escala internacional.
Qual foi a participação da secretaria na JMJ?
Severine Macedo: Apoiamos as atividades que trataram do enfrentamento à violência contra a juventude, em parceria com a Pastoral da Juventude e com o governo do Rio de Janeiro. Participamos dos debates e fomos à rua reforçar a marcha “A Juventude quer viver”. Levamos nossa experiência neste tema que é prioritário pra nós e para o qual, em conjunto com a Seppir (Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial), desenvolvemos o Plano Juventude Viva, focado no enfrentamento à violência contra os jovens negros. A JMJ também permitiu que fizéssemos boas reuniões com autoridades de outros países. Eu destacaria o encontro que tivemos com o enviado especial sobre juventude da ONU, Ahmad Alhendawi, e também com o representante residente da organização no Brasil, Jorge Chediek. Lá foi anunciado que a ONU criará um grupo de trabalho sobre juventude no Brasil e demos passos importantes rumo à criação de um fórum permanente de juventude da ONU, a partir da criação de fóruns regionais.
Severine Macedo: Ela foi mais uma mostra de que a juventude brasileira se mobiliza por suas convicções e que tem força para fazer isso massivamente, como fez nos protestos iniciados em junho ou como fez agora na JMJ. Ela é mais uma mostra de que a juventude se organiza de formas variadas - em distintos movimentos e organizações sociais, em igrejas, em partidos - e por diferentes motivações - comunitárias, culturais, políticas, religiosas. A juventude brasileira está ativa.
Qual é a mensagem que fica?
Severine Macedo: O Papa Francisco deixou recados muito bons aos jovens, pediu que lutassem para mudar o que não os satisfaz, pediu que fossem revolucionários. Ele também trouxe valores muito importantes, como solidariedade e fraternidade, criticou o poder do dinheiro, o consumismo e ainda mostrou um avanço dentro da igreja ao respeitar a diversidade sexual e também a religiosa. Achei muito importante também a ênfase dada a sua opção pelos pobres. Para o Brasil, que retirou 40 milhões de pessoas da pobreza nos últimos anos, será excelente se uma instituição com o peso da Igreja Católica estiver firme no combate à desigualdade social em escala internacional.
Qual foi a participação da secretaria na JMJ?
Severine Macedo: Apoiamos as atividades que trataram do enfrentamento à violência contra a juventude, em parceria com a Pastoral da Juventude e com o governo do Rio de Janeiro. Participamos dos debates e fomos à rua reforçar a marcha “A Juventude quer viver”. Levamos nossa experiência neste tema que é prioritário pra nós e para o qual, em conjunto com a Seppir (Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial), desenvolvemos o Plano Juventude Viva, focado no enfrentamento à violência contra os jovens negros. A JMJ também permitiu que fizéssemos boas reuniões com autoridades de outros países. Eu destacaria o encontro que tivemos com o enviado especial sobre juventude da ONU, Ahmad Alhendawi, e também com o representante residente da organização no Brasil, Jorge Chediek. Lá foi anunciado que a ONU criará um grupo de trabalho sobre juventude no Brasil e demos passos importantes rumo à criação de um fórum permanente de juventude da ONU, a partir da criação de fóruns regionais.