A alarmante estatística foi encontrada em um levantamento
inédito do ambulatório de sexualidade do Centro de Referência em Saúde
do Homem, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, na zona sul da
capital paulista.
Na hora da consulta, aponta o estudo, as eplicações não
variam muito: curiosidade, vontade de melhorar o desempenho sexual e,
claro, o medo de falhar na “hora H”.
A unidade atende mais de 300 homens por mês com problemas sexuais e
cerca de 20% deste total afirma já ter feito o uso de estimulantes
sexuais, pelo menos uma vez, sem prescrição médica.
O médico chefe do serviço de urologia do hospital,
Joaquim Claro, alerta que os comprimidos não apresentam resultados para
grande parte dos homens e ainda podem causar dores de cabeça e
musculares, diarreia, alergias, visão dupla e, em casos mais severos,
até cegueira.
Pacientes com problemas no coração
não podem ingerir este tipo de medicamento, considerado um
vasodilatador, principalmente sem supervisão médica. Dificuldades na
ereção devem ser investigadas, pois podem indicar que o coração não anda bem
.
Conheça a seguir oito inimigos da potência sexual: