CEO Juventude Barra Mansa
CEO & Diretor de Conteúdo

Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Mulheres tendem a ser as mais viciadas no Facebook, mostra pesquisa

Publicado em: maio 08, 2012 | Por Johnes Hebert
Muito se fala sobre o uso das redes sociais e o limite para que a interação na internet seja saudável. Para medir como anda a relação dos internautas de todo o mundo com o Facebook, pesquisadores da Universidade de Bergen, na Noruega, realizaram realizaram um estudo sobre o assunto e desenvolveram um teste que pode indicar se você se tornou dependente do site criado por Mark Zuckerberg. A pesquisa mostra que os sintomas deste vício são semelhantes aos da dependência em drogas e álcool, e que mulheres e indivíduos inseguros estão no grupo de maior risco.TESTE: Saiba se você está viciado no Facebook
Estamos lidando com uma subdivisão do vício em internet, conectado às mídias sociais, afirma Cecilie Schou Andreassen, doutora em psicologia. Cecilie está liderando o projeto de pesquisa "Vício em Facebook", sobre o qual um artigo foi publicado na revista "Psychological Reports".
- A dependência do Facebook é mais comum entre os mais jovens. Também descobrimos que as pessoas ansiosas e socialmente inseguras usam a rede social mais do que aquelas com essas características menos acentuadas, provavelmente porque as pessoas ansiosas consideram mais fácil se comunicar pela internet - diz Cecilie.
Os indivíduos organizados e mais ambiciosos tendem a correr menos risco de se tornarem viciados. Eles geralmente vão usar a rede social como parte integrante do trabalho e de suas relações profissionais.
- Nossa pesquisa também indica que as mulheres correm maior risco de desenvolver o vício no site, provavelmente devido à natureza social do Facebook - conta a pesquisadora.
Como o Facebook se tornou tão presente quanto a televisão em nossas vidas, está se tornando muito difícil para as pessoas saberem se estão viciadas. Em janeiro de 2011, 423 alunos - 227 mulheres e 196 homens - realizaram o teste. A metodologia da pesquisa pode facilitar estudos sobre tratamento, a avaliação clínica e pode ser usada para estimar a prevalência da dependência no Facebook na população em todo o mundo.

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