Prezados jornalistas e dirigentes do Jornal Diário do Vale,
Durante os últimos dias repercutiu em rede nacional o episódio bizarro
do FURTO de um coelho gigante na Vila Santa Cecília. O ato de
vandalismo, como já era de se esperar, acabou impune por parte das
autoridades, já que como sabemos, o vândalo é frequentador do andar de
cima das camadas sociais, e no Brasil os
ricos não vão para cadeia, e em casos extremos, seus crimes são
tratados como "brincadeiras". No entanto, é revoltante o complô para
proteger a imagem do jovem ladrão. Fosse um pobre roubando um pote de
margarina, os senhores fariam questão de expor de forma espetaculosa sua
foto. Qual o motivo de tamanho acobertamento? Porque não revelar a
imagem de alguém que cometeu um crime contra o patrimônio público? A
incoerência jornalistica dos senhores não é nada perto da enquete que o
site de vcs apresenta. Nela se pergunta aos leitores se a punição do
jovem não teria sido severa demais, devido ao fato do jovem ter colocado
a cidade em evidência. Ora, os senhores deveriam se atentar ao que diz a
lei, ou seja, furto é crime, seja de um coelho, de uma onça pintada ou
de ursinho de pelucia. O engraçado é que quando o réu é pobre não
aparece uma enquete dessas. Como leitror e cidadão me sinto ofendido com
tamanha parcialidade, e espero profundamente que o bom senso prevaleça e
os senhores retirem esta enquete do ar.
Doutor Honoris Causa em Educação e Direitos humanos; ex- servidor na Prefeitura Municipal de Resende/RJ; Ex- Assessor de Gabinete do Prefeito na Prefeitura Municipal de Barra Mansa/RJ; Ex-servidor da Fundação Beatriz Gama de Volta Redonda/RJ. Eleito por três mandatos no Conselho Superior do Instituto Federal do Rio de Janeiro e dois no Conselho Municipal de Juventude de Barra Mansa/RJ. Consultor ad hoc da Associação Mineira de Pesquisa e Iniciação Científica, avaliando os trabalhos de Iniciação Científica e Tecnológica da 4ª Feira Mineira de Iniciação Científica (4ª FEMIC); Selecionado avaliador em um importante Prêmio de Inovação no estado de Minas Gerais e um outro no Espírito Santo em 2022. Encerrou 2022 recebendo homenagem do Governo Federal através do Programa Pátria Voluntária.