CEO Juventude Barra Mansa
CEO & Diretor de Conteúdo

Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Seu Bolso: Gratuidade escondida

Publicado em: fevereiro 17, 2011 | Por Johnes Hebert

O Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central alertou, por meio de sua revista interna, que os bancos estariam escondendo de clientes quais são os serviços oferecidos gratuitamente. Assim, as instituições poderiam cobrar por esses serviços sem o conhecimento do correntista. Informar a gratuidade é uma exigência do Banco Central e do Código de Defesa do Consumidor.

De acordo com José Roberto de Oliveira, presidente da Associação Nacional de Assistência ao Consumidor e ao Trabalhador (Anacont), a prática é ilegal e gera ressarcimento em dobro para os correntistas afetados. “Eles até têm as tabelas, mas não colocam em lugar visível. A informação tem que ser clara e acessível”, diz o advogado.
Para ele, o cliente precisa saber o que está pagando e se deve realmente ser tarifado pelo serviço. “Os bancos vivem de tarifa. Ela paga o ordenado de todos os funcionários e ainda sobra”, afirma.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que todas as tarifas das instituições estão disponíveis em www.febraban-star.org.br, em “Normas e Legislação”, no menu à esquerda. É possível também comparar as tarifas de cada banco. Mas José Roberto de Oliveira afirma que o site não é suficiente e que a informação deve estar disponível em papel nas agências.

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