CEO Juventude Barra Mansa
CEO & Diretor de Conteúdo

Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

87,5% dos empresários já sentem impacto das eleições em seus negócios, revela pesquisa

Publicado em: setembro 09, 2026 | Por Johnes Hebert

 

Levantamento da Resenha Company com empresários e executivos de todo o país mostra clima de “cautela tática” para o fechamento de 2026, com Reforma Tributária e juros altos no topo das preocupações
 

Para Vinicius Chechinato, CEO Resenha Company, dados da pesquisa mostram o empresariado mais maduro e estratégico diante da incerteza (Foto Divulgação)


O empresariado brasileiro entra no último quadrimestre de 2026 em compasso de espera. É o que aponta uma pesquisa inédita da Resenha Company, ecossistema que reúne empresários e executivos C-level em todo o país: 87,5% dos respondentes afirmam já sentir algum efeito das eleições de outubro sobre o planejamento de suas empresas — seja por decisões próprias adiadas ou antecipadas, seja pelo comportamento mais cauteloso de clientes e fornecedores.

 

O levantamento, realizado entre os dias 10 e 17 de agosto com cem empresários e executivos da comunidade Resenha, traça um retrato de um mercado que prioriza a preservação de caixa e a estabilidade em detrimento de movimentos mais arriscados, em um cenário pressionado simultaneamente pela Reforma Tributária, pelos juros ainda elevados e pela indefinição eleitoral.

 

O cenário eleitoral, de fato, aparece como fator determinante para o planejamento das empresas. Do total de respondentes, 39,1% afirmam já ter sentido impacto indireto da eleição, com clientes ou fornecedores adiando decisões; 28,1% dizem estar adiando suas próprias decisões até que o resultado do pleito esteja definido; e 20,3% preferem antecipar decisões e investimentos antes do período eleitoral. Somadas, essas respostas chegam aos 87,5% de empresários que já percebem, de alguma forma, a influência das eleições sobre os rumos do próprio negócio.

 

Otimismo moderado, mas cautela no comando

Questionados sobre as expectativas para o período de setembro a dezembro, 42,2% dos empresários se declaram neutros em relação ao fechamento do ano, enquanto 37,5% se dizem otimistas ou muito otimistas. Na outra ponta, 20,3% somam uma visão pessimista ou muito pessimista — uma minoria, mas suficiente, segundo a pesquisa, para confirmar que a cautela ainda prevalece sobre o entusiasmo.

 

Essa postura se confirma quando o tema é crescimento: para 34,4% dos respondentes, o maior avanço esperado até o fim do ano é “nenhum” — a prioridade é apenas manter a estabilidade ou administrar uma eventual retração. Faturamento aparece em seguida, citado por 28,1%, e a expansão do quadro de colaboradores fica em último lugar entre as opções, mencionada por apenas 3,1%, um sinal de que a contenção de custos fixos segue no radar.

 

Reforma Tributária lidera a lista de preocupações

Entre as maiores preocupações do momento — pergunta em que cada participante podia marcar até três opções —, a adaptação às mudanças da Reforma Tributária foi a mais citada, presente em 64,1% das respostas.

 

Na sequência, aparecem os juros altos e o custo do crédito (53,1%) e o repasse de preços diante da nova estrutura tributária (43,8%). Custo de insumos e câmbio (32,8%) e escassez de mão de obra qualificada (23,4%) completam o quadro das principais dores relatadas pelos empresários.

 

“Os dados mostram um empresário brasileiro mais maduro e estratégico diante da incerteza. Ele não está paralisado, mas fazendo escolhas mais calculadas num cenário que combina Reforma Tributária, juros elevados e eleições no mesmo semestre. É a cautela de quem já atravessou ciclos difíceis e sabe preservar caixa para aproveitar as oportunidades certas quando o cenário se definir”, avalia Vinicius Chechinato, fundador, sócio e CEO da Resenha Company.

 

Para Chechinato, o resultado reforça a importância de espaços de troca entre líderes empresariais justamente em momentos de maior incerteza. “Quando o ambiente externo é volátil, a rede de relacionamento e a troca de experiências entre pares se tornam ainda mais estratégicas para a tomada de decisão”, completa ele.

 

Sobre a Resenha Company

A Resenha Company é um ecossistema de negócios que conecta empresários e executivos C-Levels por meio de uma comunidade curada, experiências proprietárias, acesso a grandes companhias e conexões estratégicas orientadas a resultados. Com uma metodologia própria, a Resenha transforma relacionamento em um ativo mensurável para o empresariado. Por meio do ERN (Efeito Resenha no Negócio) e de sua tecnologia proprietária de matchmaking, a companhia identifica desafios, qualifica conexões e acompanha os resultados gerados a partir dessas relações. Além da comunidade, a Resenha desenvolve produtos e experiências voltados a diferentes desafios empresariais, combinando acesso, direcionamento e relacionamento em ambientes de alta confiança. Com o princípio “Primeiro se faz amigos, depois se faz negócios”, a Resenha parte da premissa de que relações genuínas, quando construídas com intencionalidade, podem gerar desenvolvimento, oportunidades e negócios. Para mais informações, acesse www.resenhacompany.com.br.

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