Em julho, há acréscimo de cerca de 70% no número de solicitações de emissão de documentos para viajar ao exterior com animais de estimação. Pet Pass é uma assessoria especializada completa que orienta o tutor em cada etapa do processo. Especialistas traçam um plano de viagem personalizado que considera o destino e visa o bem-estar e segurança do cão ou gato
Para evitar imprevistos e garantir uma viagem com segurança e bem-estar, o Veros Hospital Veterinário oferece o Pet Pass, serviço completo de assessoria especializada que orienta o tutor em cada etapa do processo e ajuda na obtenção das documentações para destinos internacionais. Veterinários experientes em transporte de animais de estimação dão todo o suporte e constroem um planejamento personalizado, que considera o destino e tempo de permanência, bem como características e condições físicas do pet. O Pet Pass Veros também oferece consultoria a distância para quem está fora do país e pretende vir ao Brasil com seu melhor amigo. Cada país tem os seus próprios requisitos para a entrada de animais, que precisam ser cumpridos para que haja a emissão, pelo MAPA, do Certificado Veterinário Internacional (CVI), atestado de que o pet está em boas condições zoossanitárias. "Parece uma tarefa fácil, mas, de fato, não é. As exigências mudam de acordo com os países de origem e destino, a companhia aérea, a espécie, a raça, o porte e até o peso do animal. Existem regras diferentes sobre quem pode viajar na cabine: em algumas situações, mesmo pets de pequeno porte precisam ser transportados no compartimento de carga. Alguns países exigem sorologia para raiva, outros solicitam exames diferentes ou sequer fazem essa exigência. Há locais em que determinados exames são obrigatórios apenas para cães, mas não para gatos. As normas variam constantemente e são atualizadas com frequência", explica Tainah Godzinski Pereira, coordenadora do Ambulatório do Veros Hospital Veterinário. “Além da avaliação clínica, verificamos toda a documentação do pet e identificamos possíveis pendências. Em alguns casos, é necessário atualizar a carteira de vacinação, emitir um novo comprovante de microchipagem ou providenciar documentos para atender às exigências do país de destino", acrescenta a médica veterinária. O plano individualizado começa a ser traçado a partir de uma consulta na qual o tutor fornece as informações sobre a viagem e tira as dúvidas sobre o processo. O pet é encaminhado, então, para uma avaliação completa com um veterinário clínico-geral, que vai atestar se ele está ou não em condições de viajar, levando em consideração idade, peso, temperamento e possíveis limitações. É realizado o exame de sorologia para raiva e qualquer outro considerado necessário. O cão ou gato recebe todas as vacinas pendentes e, caso ainda não tenha o microchip, é feita a implantação. "O acompanhamento é integral. Não se trata apenas da parte burocrática. A saúde do pet é fundamental para que o embarque aconteça de forma segura. Já acompanhamos um cão que precisava reduzir peso para atender aos limites estabelecidos pela companhia aérea para viajar na cabine ao lado do tutor. Com orientação veterinária e acompanhamento nutricional, ele conseguiu embarcar com segurança e, ainda, ganhou mais qualidade de vida”, recorda Tainah. “Alguns animais também necessitam de suplementação específica ou possuem restrições alimentares. Nesses casos, avaliamos as opções disponíveis no país de destino e, quando necessário, elaboramos um plano de adaptação alimentar", completa. Outro ponto essencial é a escolha da caixa de transporte. "Mantemos contato constante com o tutor durante todo o processo e orientamos na escolha adequada, respeitando os padrões estabelecidos pela International Air Transport Association (IATA). Também instruímos sobre o processo de adaptação do pet à caixa, para reduzir o estresse e tornar a viagem mais tranquila", afirma Tainah.
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