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CEO & Diretor de Conteúdo

Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Instituto Incluir leva a Brasília proposta para dar prioridade a projetos voltados à inclusão de pessoas com deficiência

Publicado em: julho 04, 2026 | Por Johnes Hebert

 


 

Carina Alves na Conferência dos ODS em Brasília: “Desenvolvimento sustentável só acontece quando todas as pessoas conseguem participar da sociedade” (crédito da foto: divulgação)

Entidade defende que iniciativas relacionadas à garantia de acessibilidade e inclusão tenham tramitação administrativa prioritária; fundadora do Instituto Incluir apresenta a proposta na Conferência dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU


 

Brasília, junho de 2026 - O Instituto Incluir levou à Conferência dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em Brasília, uma proposta para que projetos voltados à inclusão de pessoas com deficiência tenham prioridade máxima nos processos de análise e tramitação administrativa.
 

A iniciativa parte do entendimento de que, apesar dos avanços no debate sobre inclusão, muitas ações fundamentais para ampliar direitos, acessibilidade e participação social ainda enfrentam longos períodos de espera até sua implementação. Para a entidade, projetos que impactam diretamente a vida das pessoas com deficiência precisam ser tratados como prioridade dentro das políticas públicas.
 

“Quando um projeto voltado à inclusão demora anos para avançar, quem espera é uma pessoa com deficiência, uma família e toda uma rede de cuidado que já enfrenta desafios diariamente. Precisamos entender a inclusão como uma agenda urgente de desenvolvimento humano, saúde e cidadania”, afirma Carina Alves, psicóloga, fundadora e presidente de honra do Instituto Incluir.
 

Carina Alves é uma das delegadas da Conferência, que irá encaminhar ao governo federal propostas eleitas como diretrizes para as políticas públicas de desenvolvimento sustentável, redução das desigualdades e fortalecimento da participação social.
 

Segundo a fundadora do Instituto Incluir, a inclusão precisa ser pensada de forma ampla, com políticas que garantam autonomia para pessoas com deficiência e apoio para suas famílias. Isso envolve desde acessibilidade e educação inclusiva até iniciativas de saúde, esporte, assistência social e acolhimento.
 

O Instituto Incluir também defende que projetos nessa área sejam avaliados considerando seu impacto social e a urgência das demandas atendidas. “O desenvolvimento sustentável só acontece quando todas as pessoas conseguem participar da sociedade. Priorizar projetos de inclusão é investir em uma sociedade mais justa, saudável e preparada para respeitar diferentes formas de existir”, conclui Carina Alves.
 

A Conferência dos ODS, que termina hoje, 02/07, reúne representantes de diferentes setores para discutir caminhos de implementação das metas globais de desenvolvimento sustentável, incluindo ações relacionadas à redução das desigualdades, saúde, educação, direitos humanos e inclusão social.

Sobre o Instituto Incluir
O Instituto Incluir é uma organização da sociedade civil dedicada a ampliar a inclusão e o acesso a direitos a todas as pessoas no Brasil. Criado e presidido pela empreendedora social e psicóloga Carina Alves, desenvolve projetos e formações em parceria com escolas, comunidades, empresas e poder público, tendo a educação como eixo estruturante. Entre suas iniciativas estão os programas EsportivaMENTE, Pulsar, Empodera, Incluir nas Comunidades, Brasil Diversidade e Literatura Acessível, este último reconhecido internacionalmente pela UNESCO e pelo governo da China com o Prêmio Confúcio de Alfabetização.




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