Especialista da Gooroo Crédito explica como a troca por modalidades mais acessíveis pode ajudar consumidores a sair do vermelho
São Paulo, junho de 2026 - Com os juros elevados impactando o orçamento das famílias brasileiras, substituir dívidas caras por modalidades mais acessíveis tem sido uma alternativa cada vez mais utilizada para reorganizar as finanças. Cartão de crédito e cheque especial seguem entre as opções mais caras do mercado, enquanto opções como o Crédito do Trabalhador e empréstimos consignados oferecem taxas mais competitivas para quem busca sair do endividamento.
Segundo dados do Banco Central, os juros do rotativo do cartão de crédito continuam entre os mais altos do país, mesmo após as mudanças regulatórias que limitaram os encargos da modalidade. Já o cheque especial mantém taxas médias acima de 8% ao mês, pressionando consumidores que utilizam essas linhas como complemento de renda.
Ao mesmo tempo, modalidades de crédito com garantia de renda, como consignado privado e Crédito do Trabalhador, vêm ganhando espaço justamente por oferecerem custos menores e parcelas mais previsíveis. O Ministério do Trabalho e Emprego aponta que o Crédito do Trabalhador já movimentou bilhões em operações desde a sua criação, com muitos consumidores utilizando o recurso para quitar dívidas mais caras e reorganizar o orçamento.
Diante disso, para ajudar consumidores a entenderem quando essa troca pode fazer sentido, Fabricio Federici, Diretor de Crédito da Gooroo Crédito, fintech focada na democratização financeira, lista algumas dicas importantes. Compare os juros antes de contratar qualquer crédito Antes de migrar uma dívida, é fundamental avaliar o custo total da operação. Cartão de crédito e cheque especial costumam apresentar taxas muito superiores às de linhas consignadas ou estruturadas para reorganização financeira.
“Uma dívida no rotativo do cartão pode crescer rapidamente e comprometer boa parte da renda mensal. Quando o consumidor troca essa dívida por uma modalidade mais barata, ele reduz a pressão no orçamento e ganha previsibilidade financeira”, afirma Fabricio.
Use o novo crédito para quitar a dívida antiga e não para ampliar o consumo O crédito mais barato deve ser utilizado estrategicamente. O ideal é que o recurso seja destinado à quitação de dívidas caras, evitando que o consumidor acumule diferentes parcelas ao mesmo tempo.
“Trocar uma dívida cara por outra mais acessível só funciona quando existe disciplina financeira. Caso contrário, a pessoa pode acabar mantendo o débito antigo e criando uma nova obrigação financeira”, explica o especialista.
Avalie o impacto da parcela no orçamento mensal Mesmo com juros menores, é importante garantir que a nova parcela caiba no orçamento sem comprometer despesas essenciais. A recomendação é evitar comprometer uma fatia excessiva da renda mensal com crédito. Na prática, consumidores que reorganizam dívidas conseguem reduzir o valor das parcelas e recuperar capacidade de planejamento financeiro. Considere o Custo Efetivo Total (CET), não apenas a taxa de juros Além da taxa anunciada, o consumidor deve avaliar tarifas, seguros e demais encargos incluídos na operação. O Custo Efetivo Total mostra o valor real da contratação. É preciso comparar propostas entre instituições financeiras antes de tomar qualquer decisão. Educação financeira é essencial para evitar o efeito “bola de neve” Mais do que trocar dívidas, o consumidor precisa desenvolver hábitos financeiros mais saudáveis para evitar novos ciclos de endividamento.
O tema ganha relevância em um momento em que milhões de brasileiros ainda convivem com dificuldades para equilibrar as contas. Para o especialista, utilizar linhas mais acessíveis para substituir dívidas caras pode ser um passo importante para recuperar a saúde financeira, desde que a decisão venha acompanhada de planejamento e consumo consciente.
“O crédito pode ser um aliado importante na reorganização financeira, mas ele não substitui o controle do orçamento. Educação financeira continua sendo o principal caminho para decisões mais conscientes e sustentáveis”, conclui Federici. Sobre a Gooroo Crédito A Gooroo Crédito é uma fintech especializada em Crédito do Trabalhador, fundada em 2022. Oferecendo soluções financeiras que aliam tecnologia, segurança e eficiência, a empresa atua com foco na democratização do acesso ao crédito para entregar uma experiência ágil, descomplicada e transparente aos seus clientes. Com uma equipe de liderança experiente nos setores financeiro e tecnológico, a Gooroo Crédito se consolida como referência no segmento, impulsionando a transformação da vida financeira das pessoas por meio do crédito do trabalhador. |