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Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Rio de Janeiro gerou 23,9 mil empregos com carteira em março

Publicado em: maio 02, 2026 | Por Johnes Hebert

Todos os cinco grandes grupos de atividades econômicas registraram saldo positivo no estado fluminense no terceiro mês do ano. Em todo o país, foram criados mais de 228,2 mil novos postos

 

Mercado de trabalho brasileiro gerou 228.208 novos empregos com carteira assinada em março de 2026. O país acumula 613,3 mil novas vagas formais no primeiro trimestre do ano. Foto: Secom/PR

 

O Rio de Janeiro gerou 23.914 empregos formais em março de 2026, segundo dados do Novo Caged divulgados nesta quarta-feira (29/4) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Todos os cinco grandes grupos de atividades econômicas pesquisadas registraram saldo positivo no estado fluminense no terceiro mês do ano. O setor de Serviços foi o que mais gerou empregos formais, tendo aberto 13.364 vagas. Em seguida aparecem o Comércio (4.638 postos), a Construção (4.093), a Indústria (1.702) e a Agropecuária (117).
 

MUNICÍPIOS – A capital, Rio de Janeiro, foi o município fluminense com maior saldo de empregos formais em março, tendo gerado 10.483 novos empregos com carteiras assinadas. Em seguida aparecem as cidades de Duque de Caxias (1.579), Niterói (1.507) e Itaboraí (1.109).
 

GÊNERO – No recorte por gênero, a maior parte dos empregos com carteira assinada gerados no Rio de Janeiro em março foi ocupada por mulheres: 12.170. No período, os homens foram responsáveis por ocupar 11.744 novos empregos.
 

FAIXA ETÁRIA E INSTRUÇÃO – No que diz respeito à faixa etária, a maior parte dos postos gerados no Rio de Janeiro no período foi ocupada por jovens de 18 a 24 anos, que preencheram 10.065 novos postos formais. Na análise sobre grau de instrução, a maioria dos vínculos no estado em março foi ocupada por pessoas com ensino médio completo, que preencheram 16.282 vagas.

 

 

NACIONAL – O mercado de trabalho brasileiro gerou 228.208 novos empregos com carteira assinada em março de 2026. O resultado é fruto de 2,52 milhões de admissões e 2,29 milhões de desligamentos. Com o desempenho de março, o país acumula 613.373 novas vagas formais no primeiro trimestre do ano. Já no recorte dos últimos 12 meses, entre abril de 2025 e março de 2026, foram criados 1,21 milhão de empregos com carteira assinada. O desempenho também elevou para 49,08 milhões o número de vínculos formais ativos no Brasil, uma alta de 2,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com março de 2025, quando foram geradas 79.994 vagas, o saldo de março deste ano confirma a expansão do mercado de trabalho formal.
 

UNIDADES DA FEDERAÇÃO – No terceiro mês de 2026, 24 das 27 unidades da Federação tiveram saldos positivos. Os destaques foram São Paulo (+67.876), Minas Gerais (+38.845) e Rio de Janeiro (+23.914). As UFs com saldo negativo foram Alagoas (-5.243), Mato Grosso (-1.716) e Sergipe (-338).

O crescimento proporcional do emprego formal foi liderado pelo Acre, que registrou variação relativa de 0,92%, seguido por Roraima, com alta de 0,88%, e Piauí, que apresentou expansão de 0,86%.
 

GRUPOS ECONÔMICOS – Março apresentou variação positiva em quatro dos cinco grandes setores da economia. O setor de Serviços foi o maior gerador de postos no mês, com mais 152.391 vagas (+0,6%). O grupo foi impulsionado principalmente por atividades como atividades administrativas (38.782), educação (21.837) e saúde e serviços sociais (22.372).
 

A Construção registrou aumento de 38.316 postos formais, puxadas por obras de infraestrutura (15.316) e construção de edifícios (13.330). O terceiro maior gerador foi a Indústria, com saldo de 28.336 postos, com ênfase na fabricação de produtos de carne (5.113), processamento de fumo (2.885) e fabricação de biocombustíveis (2.613).
 

O Comércio gerou 27.267 empregos, com resultados positivos no ramo varejista (11.991) e atacado (11.991). Já a Agropecuária registrou saldo negativo de -18.096, impulsionado pela desmobilização de maçã, soja e laranja.
 

GRUPOS POPULACIONAIS – A geração de empregos apresentou saldo positivo para mulheres, com 132.477 novas vagas, e para homens, com 95.731 postos. Os jovens de até 24 anos respondem por 72,6% do saldo total no mês, o equivalente a 165.785 postos. Quanto ao nível de escolaridade, pessoas com ensino médio completo (183.037) lideraram a ocupação dos postos, seguidas por trabalhadores com nível superior (23.265). No recorte por raça, o balanço foi positivo para pardos (142.228), brancos (68.663), pretos (33.823) e amarelos (883). O mercado absorveu 224.236 novos trabalhadores brasileiros e naturalizados, além de 3.972 estrangeiros.
 

SALÁRIOS – O salário médio real de admissão em março de 2026 foi de R$ 2.350,83, com variação negativa de R$ 17,50 (-0,7%) em relação a fevereiro. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, houve aumento de R$ 41,80 (+1,8%). Entre os trabalhadores considerados típicos, o salário médio foi de R$ 2.397,89, enquanto para os não típicos ficou em R$ 2.019,09.

 


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