CEO Juventude Barra Mansa
CEO & Diretor de Conteúdo

Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Escritórios no Rio avançam em 2026, com aumento na área locada e queda na vacância, segundo Colliers

Publicado em: maio 16, 2026 | Por Johnes Hebert

 


 

Absorção cresce 56% em relação ao ano anterior e preços sobem 10%; região central concentra mais de 70% da demanda
 

Dados da Colliers indicam que o mercado de escritórios corporativos de alto padrão no Rio de Janeiro iniciou 2026 em trajetória de recuperação, com redução da vacância, crescimento relevante das locações e valorização dos ativos no primeiro trimestre.
 

A taxa de vacância dos edifícios classe A+ e A recuou para 20%, sinalizando melhora gradual na ocupação dos empreendimentos. O movimento é resultado do crescimento expressivo na área locada e ausência de novo estoque.
 

No acumulado dos últimos 12 meses, a absorção bruta já se aproxima de 100 mil metros quadrados, reforçando a retomada do mercado e o aumento da confiança por parte das empresas na ocupação de escritórios físicos.
 

A região central concentrou mais de 70% da área locada no trimestre, consolidando-se como o principal vetor de demanda na cidade. A Orla, que nos últimos anos atraiu um volume expressivo de empresas, perdeu participação diante da escassez de espaços disponíveis na região.
 

O aquecimento também começa a se refletir nos preços. O valor médio pedido dos edifícios classe A+ e A registrou alta de 10% nos últimos 12 meses, indicando uma recuperação gradual após anos de pressão sobre os valores de locação.
 

A expectativa é de que o Rio de Janeiro não receba novas entregas de edifícios corporativos em 2026, o que deve contribuir para contínua redução da taxa de vacância e ligeira elevação dos preços pedidos.
 

Para Ricardo Betancourt, CEO da Colliers, os dados indicam uma mudança de ciclo no mercado carioca.
 

“O mercado de escritórios do Rio de Janeiro começa a apresentar sinais mais consistentes de retomada, com redução da vacância, aumento relevante das locações e valorização gradual dos ativos. A ausência de novo estoque deve contribuir para acelerar esse processo ao longo do ano”, afirma o executivo.
 

Segundo ele, a tendência é de continuidade desse movimento, ainda que de forma gradual.
 

“Com a retomada da atividade econômica e a reocupação dos escritórios, esperamos uma evolução contínua dos indicadores, com impacto positivo sobre os preços e maior equilíbrio entre oferta e demanda”, completa.




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