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CEO & Diretor de Conteúdo

Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Saiba como a visão embaçada pode comprometer a saúde mental

Publicado em: abril 29, 2026 | Por Johnes Hebert

 

A falta de nitidez aumenta o esforço necessário para o cérebro realizar as tarefas do dia a dia, causando fadiga e impactando negativamente o bem-estar
 



Em meio à rotina acelerada e cheia de estímulos provenientes do uso excessivo de dispositivos digitais, enxergar bem vai muito além do conforto visual. A qualidade da visão está ligada ao nível de esforço que o cérebro precisa fazer para interpretar imagens. Enxergar sem o foco adequado pode afetar desde a concentração até o bem-estar mental.

 

O processo de enxergar envolve uma complexa atividade cerebral. A retina, fina camada de células localizada no fundo do olho, funciona como uma espécie de “tela” sensível à luz, que converte a imagem nela formada em sinais elétricos, enviados pelo nervo óptico ao cérebro, onde tudo ganha sentido. Isso significa que, quando a imagem chega sem nitidez, o cérebro precisa “compensar” essa falha. Na prática, ele trabalha mais para decifrar formas, movimentos e profundidade — o que aumenta a chamada carga cognitiva, ou seja, o esforço mental necessário para realizar tarefas cotidianas.

 

“A visão embaçada pode afetar áreas do cérebro ligadas à atenção, memória de trabalho e controle cognitivo — funções essenciais para o desempenho diário”, afirma Paula Queiroz, Diretora de Marketing e Produtos da ZEISS Vision Brasil. “Quando o cérebro está sobrecarregado com tarefas básicas, sobra menos energia para atividades mais complexas e criativas. Isso se manifesta com dificuldade de concentração e cansaço mental no final do dia”, completa.

 

Em um cenário em que alternamos constantemente entre celular, computador e outros estímulos visuais, esse esforço extra pode se tornar ainda mais intenso. Com o tempo, a visão borrada pode impactar não apenas a produtividade, mas também a sensação geral de bem-estar.

 

Qualidade das lentes dos óculos faz diferença

As lentes de óculos convencionais possuem pequenas áreas de desfoque geradas durante o processo de fabricação. No entanto, tecnologias mais avançadas conseguem reduzir essas imperfeições. Lentes com maior nitidez óptica ampliam o campo de visão clara, diminuindo a necessidade de o cérebro compensar falhas na imagem. O resultado é uma experiência visual mais confortável e menos desgastante mentalmente.

 

Investir em soluções que ofereçam maior nitidez pode ser um passo importante não só para enxergar melhor — mas também para pensar melhor. “A visão não acontece apenas nos olhos, enxergamos com o cérebro. Depois de anos de pesquisas e investimentos em inovação, desenvolvemos uma solução inédita que atende diretamente essa interação entre saúde visual e saúde mental: as lentes Clearmind, que incorporam princípios de neurociência ao design óptico para oferecer uma visão extremamente nítida, de forma a reduzir o esforço mental do dia a dia, promovendo mais bem-estar e qualidade de vida”, explica Paula Queiroz.

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