CEO Juventude Barra Mansa
CEO & Diretor de Conteúdo

Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Livro ‘Migração Italiana e Memórias de Mulheres’ é lançado em Barra Mansa

Publicado em: outubro 20, 2024 | Por Johnes Hebert

Obra traz histórias de famílias que fixaram raízes no município


A Prefeitura de Barra Mansa, através da Fundação Cultura, apoiou o lançamento do livro ‘Migração Italiana e Memórias de Mulheres’, que tem como autora a professora Syrléa Marques Pereira. O evento foi realizado neste sábado, dia 19, no Palácio Barão de Guapy, no Centro, com sessão de autógrafos e a presença de moradores e autoridades.
De acordo com a autora, o livro traz histórias de famílias, contadas por mulheres, através de encontros, fotografias, documentos e pequenos objetos pessoais colecionados e conservados através do tempo que narram e materializam o deslocamento de seus antepassados que vieram para o Brasil. As mulheres atualizam continuamente a memória do grupo familiar e unem as duas pontas envolvidas no processo migratório: a Itália ao Brasil.
- As pessoas vão encontrar no meu livro a memória de mulheres que moram em Barra Mansa, como a Vilma Marins, e conhecer mais a respeito da trajetória de imigrantes italianos que vieram morar no distrito de Amparo em 1873. São histórias a partir da memória das mulheres, dos objetos pessoais que elas guardam, como fotografias e atestados de óbito e nascimento, entre outros itens que essas mulheres guardaram, além das narrativas orais – contou.
Syrléa também ressaltou a importância de valorizar o envolvimento das mulheres para a preservação de todo esse material e conhecimento. “Nossa história sempre foi contada por homens, já que as mulheres não constam nos documentos, porque até algum tempo atrás não era permitido elas serem alfabetizadas, então se você quer encontrar uma outra história, porque não tem só uma, mas várias. Isso depende de quem está narrando e neste livro as pessoas vão encontrar uma história da imigração italiana, narrada prioritariamente pelas mulheres, a partir de suas memórias", disse a autora.

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