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Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Itália pede extradição de Robinho

Publicado em: outubro 05, 2022 | Por Johnes Hebert

 

Especialista explica que “a possibilidade do Brasil aceitar o pedido de extradição está completamente afastada”

 

A justiça italiana pediu formalmente a extradição do jogador Robinho, condenado naquele país por estupro. O especialista em Processo Penal, Leonardo Pantaleão, explica que a possibilidade do Brasil aceitar o pedido de extradição está completamente afastada. “A Constituição proíbe que o Brasil extradite seus nacionais”, diz o especialista.

 

Mas o advogado fala que Robinho não está imune de cumprir a pena de nove anos de prisão, mesmo enquanto permanecer no país. Ele explica que a Lei de Migração permite que brasileiros condenados no estrangeiro possam cumprir a pena no Brasil.

 

“Isso vai depender da validação pelo Superior Tribuna de Justiça (STJ) da sentença condenatória italiana. Isso acontecendo, há a possibilidade jurídica de se dar cumprimento dessa pena em desfavor de Robinho, dentro de um presídio federal”, explica ele.

 

Pantaleão lembra que a ordem de prisão de Robinho já está na Interpol e caso saia do país, ele perde a proteção jurídica que a Constituição lhe confere.

“Se sair do Brasil, ele pode ser capturado e extraditado para a Itália e, aí sim, cumprir a pena numa prisão italiana”, conclui Pantaleão.

 

O caso

O caso aconteceu em 2013 numa casa noturna na Itália. Robinho, Ricardo Falco e outros quatro brasileiros, amigos do jogador, segundo denúncia da justiça italiana, teriam cometido estupro coletivo contra uma jovem albanesa.

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