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Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Córnea rasgada? Oftalmologista explica o que aconteceu com Maísa Silva

Publicado em: setembro 02, 2022 | Por Johnes Hebert

 

A atriz e apresentadora rasgou a córnea por conta de um cisco no olho - veja como isso acontece e o que fazer nesses casos.

 

Essa semana a apresentadora e atriz Maísa Silva virou manchete porque teve que ir às pressas para o hospital. O motivo? Ela "foi atingida" por alguma coisa no olho durante uma ventania e acabou rasgando a córnea.

 

Agonia, né? Mas, acredite, essa é uma emergência oftalmológica muito comum. Segundo o Dr. Hallim Féres Neto, oftalmologista membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia e diretor da Prisma Visão, essa condição nada mais é do que um cisco que cai no olho e fica grudado na córnea ou na pálpebra superior, causando desconforto todas as vezes que a pessoa pisca.

 

"Se o cisco estiver preso à pálpebra, cada vez que a gente pisca ou coça os olhos ele vai machucar ainda mais a superfície do olho, aumentando o desconforto", explica o médico.

 

Coçar o olho é um reflexo quase inevitável em uma situação como essas, certo? Mas, se não é o recomendando, o que fazer? O primeiro passo é ir até uma torneira para lavar o olho com bastante água corrente, caso seja possível. Por o outro lado, se você não tiver acesso à água corrente de qualidade, vale a pena lavar o olho com soro fisiológico (que pode ser encontrado em qualquer farmácia) ou com água mineral (aquelas engarrafadas que podem ser compradas em bares, supermercados ou lojas de conveniência).

 

"Se mesmo assim o desconforto não passar, procure um oftalmologista. No microscópio do consultório é possível retirar esse corpo estranho na hora", continua o Dr. Hallim.

 

E apesar do desconforto e da aflição de ter um corpo estranho preso ao olho, não existem grandes riscos nesses casos - uma vez que o cisco é retirado do olho, a córnea se regenera rapidamente. Mas, aqui, o tempo é essencial: o médico explica que quanto mais tempo o objeto passa no olho, mais machuca a região, aumentando a dor e as chances de contaminação (pense em bactérias e infecções).

 

No geral, o principal sintoma desses casos é a dor e o incômodo - não é comum haver sangramentos. Por isso, o ideal é sempre lavar o olho o mais rápido possível ou recorrer a um oftalmologista.

 

Dr. Hallim Feres Neto @drhallim

CRM-SP 117.127 | RQE 60732

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