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Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Especialista faz alerta para a saúde feminina e aborda como problemas vaginais não devem ser tratados com tabu

Publicado em: março 15, 2022 | Por Johnes Hebert
  • Falta de conhecimento e constragimento são as principais causas da negligência com a saúde feminina;
  • Falar abertamente sobre sintomas ajuda no diagnóstico e melhora a qualidade de vida;
Foto por: freepik - Disponível em freepik

São Paulo, março de 2022 -- Secura, queimação, coceira, desconforto, dor e sangramento durante relações sexuais. Esses são os sintomas da atrofia vaginal, também conhecida como vaginite atrófica - resultado da falta de produção de estrogênio (hormônio feminino), que causa afinamento e a inflamação das paredes vaginais. É uma condição comum que afeta, no Brasil, aproximadamente 56%[1] das mulheres na pós-menopausa, período após a interrupção natural da menstruação.

A boa notícia é que existe tratamento, e quanto mais cedo é feito o diagnóstico, melhores são os resultados. A notícia preocupante é que muitas mulheres desconhecem a condição e ainda optam por não falar sobre os sintomas, sofrendo silenciosamente e, consequentemente, perdendo a qualidade de vida.

Assim como a menstruação, a pós-menopausa é um processo natural de envelhecimento do corpo e apesar de ser inevitável, as mudanças que a acompanham não devem interferir na autoestima e qualidade de vida das mulheres. Para isso, o acompanhamento de um profissional de saúde é imprescindível. “O diálogo entre a paciente e o médico é essencial. É preciso relatar qualquer evento ou mudança sentida, de normal a anormal, para ajudar no diagnóstico da condição, que é constada por meio de análise clínica e exames vaginais. É notável o número de mulheres que não percebem que esse problema está relacionado a menopausa ou a falta dos hormônios femininos, e não reportam ao médico” reforça o ginecologista Luciano Pompei.

Os diversos tratamentos existentes ajudam a devolver a segurança, confiança e autoestima das mulheres. Entre eles, lubrificantes vaginais sem ingredientes hormonais ativos, hormônios na forma de creme vaginal ou óvulos e comprimido de estradiol, lançado recentemente. Administrado via intravaginal, a terapia proporciona uma liberação gradual e controlada da substância (um tipo de estrogênio que o corpo produz) nas células da mucosa vaginal. “A facilidade da resolução do problema deve servir de incentivo quanto ao diálogo entre as mulheres. Negligenciar a saúde vaginal pode causar traumas tanto físicos, quanto psicológicos”, finaliza Pompei.

Saiba mais sobre a menopausa e a pós menopausa: a menopausa é o nome dado à última menstruação, que, geralmente, acontece entre 45 e 55 anos, marcando o fim da fase reprodutiva da vida da mulher. É quando os hormônios femininos (estrogênio e progesterona) deixam de ser produzidos pelos ovários. Com isso, a mulher entra numa nova fase: a pós-menopausa. Alguns sintomas são característicos nesse período, entre eles, ondas de calor, fadiga, depressão, dor de cabeça, irritabilidade, suores, palpitações, doença cardiovascular, perda óssea, infecções do trato urinário e atrofia vaginal.

 

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