CEO Juventude Barra Mansa
CEO & Diretor de Conteúdo

Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Higienização obrigatória a cada seis meses foi prejudicada pela pandemia

Publicado em: fevereiro 24, 2022 | Por Johnes Hebert

 

 

Em tempos de crise hídrica, a escassez desse insumo fundamental e o custo cada vez mais elevado de seu fornecimento tem gerado preocupação em toda sociedade. No caso das moradias, a limpeza dos reservatórios de água, prejudicada durante a pandemia, pode trazer riscos à saúde das pessoas, além de aumentar a proliferação de pragas e vetores nos condomínios. O coordenador da Cipa Síndica, Bruno Gouveia, lembra ainda das implicações que a Lei 1.893/96 pode gerar ao administrador que negligenciar essa questão. A higienização deve ser realizada a cada seis meses, incluindo ainda desratização e dedetização.
 

- Infelizmente, muitos síndicos não seguem essa regra essencial para a garantia da saúde dos moradores. Há casos em que o administrador só toma alguma providência quando a água apresenta mau cheiro e outros que decidem fazer apenas uma vez ao ano. Isso gera uma série de problemas nos usuários, como diarréias, disenteria e pode haver casos de meningite e hepatite, inclusive -- alerta Gouveia.

Ele ressalta que esse tipo de trabalho ajuda a amenizar os problemas da qualidade da água recebida das concessionárias.
 

- A água que recebemos nas cisternas já não é de boa qualidade, por isso os reservatórios dos condomínios devem estar sempre adequados para receber o produto de forma correta. A caixa deve estar limpa e clorada para evitar o acúmulo de bactérias na parede da estrutura -- explica o coordenador da Cipa Síndica.
 

Condomínios mais atentos à higienização das caixas têm utilizado técnicas mais avançadas para manter as cisternas limpas. A tecnologia utiliza jatos de pressão na parede dessas estruturas como forma de retirar os resíduos que podem afetar a saúde das pessoas.
 

- É uma excelente alternativa e precisa ser bem dosada para não danificar o revestimento do reservatório. Temos de estar sempre atentos às singularidades de cada unidade -- lembra Gouveia.














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