CEO Juventude Barra Mansa
CEO & Diretor de Conteúdo

Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Programa amplia transferência de tecnologia entre universidades e mercado

Publicado em: novembro 24, 2021 | Por Johnes Hebert

 


Gerar as políticas de inovação e empreendedorismo, auxiliando na promoção do conhecimento e no uso de novas tecnologias oriundas de universidades e institutos de pesquisa. Essa a ideia central do programa piloto de Transferência Tecnológica criado pela Confederação Nacional de Empresas Juniores (Brasil Júnior), em conjunto com a Emerge, empresa especializada em fazer a conexão entre mercado e ciência. A iniciativa busca auxiliar a evolução de modelos de negócios que promovam o desenvolvimento tecnológico de base científica.

- O programa é uma plataforma de transferência de conhecimento técnico ou científico em combinação com fatores de produção. Podemos utilizar, por exemplo, resultado de pesquisas e outros trabalhos realizados em ambiente universitário e aplicá-los como solução para modelos de negócios de forma inovadora. Como forma de proteger a propriedade intelectual e regulatória fixaremos acordos entre universidade e a EJ para o desenvolvimento de tecnologia com uso desses trabalhos- resume Talmany Leite, gerente de Aceleração da Rede da Brasil Júnior.

O programa prevê a formação de empreendedores juniores para que estes saibam diagnosticas e transferir tecnologias desenvolvidas no ensino superior para o mercado. O público alvo principal são empresas juniores de engenharia, TI, design, ciências biológicas e saúde.

Para Talmany, o projeto pode gerar aumento considerável no faturamento da empresa júnior envolvida, além de significar para a instituição de ensino superior aumento da capilaridade e da atuação, maior interação com o mercado e com a sociedade e incremento no número de produção científica.

- Teremos ainda o fortalecimento da relação entre o Movimento Empresa Júnior (MEJ) e a universidade - destaca Talmany

O trabalho envolve o mapeamento das demandas de mercado existentes, que têm necessidades de inovação e pesquisa desenvolvidos pela empresa júnior. A partir desse ponto, elabora-se o diagnóstico do mercado, que será aplicado em indústrias, núcleos de inovação, associações comerciais etc.





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