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Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Betinho Albertassi apresenta requerimento pedindo explicações a SME sobre falta de monitores a alunos com TEA

Publicado em: outubro 24, 2021 | Por Johnes Hebert

 Vereador solicita retorno de acompanhamento a alunos com autismo      



O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é considerado um problema psiquiátrico e distúrbio neurológico que afeta a construção das relações sociais e afetivas. O autismo é dividido em três categorias: leve, moderado e severo. Cada um desses graus possui características e tratamentos específico. A educação tem uma grande importância para o desenvolvimento e aprendizagem. Preocupado com o tema, o vereador Betinho Albertassi (PSD) protocolou na Câmara de Vereadores de Volta Redonda um requerimento pedindo explicações a Secretaria de Educação sobre a falta de tutores e monitores para acompanhamento dos alunos autistas na Rede Municipal.

Aparecida Verreschi de Oliveira é mãe do Pedro e está com dificuldades de encontrar acompanhamento para seu filho, que tem TEA, na Escola Municipal Maria José Campos Costa. Ela foi informada pela secretaria que não há previsão para a mediadora retornar à escola, pois somente 14 profissionais atenderam à convocação do último concurso, sendo que são necessários 40 tutores. “Ele tinha este acompanhamento profissional antes da pandemia e está sendo muito prejudicado”, diz.

No documento apresentado pelo vereador Betinho Albertassi (PSD) o parlamentar pede informações sobre o número de profissionais e qual a previsão de retorno dos tutores. “É importante que a secretaria se mobilize e entenda a necessidade de ter as unidades com um monitor escolar, tendo em vista que hoje em dia existe um aumento significativo de crianças que apresentam o espectro do autismo”, finalizou.
 

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