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Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

ALERJ Aprova Meia- Entrada para professores das redes públicas e privada

Publicado em: janeiro 14, 2016 | Por Johnes Hebert

ALERJ APROVA MEIA-ENTRADA PARA PROFESSORES DAS REDES PÚBLICA E PRIVADA

Professores da rede pública e privada de ensino terão direito à meia-entrada em estabelecimentos culturais, tais como casas de shows, teatros e cinemas. A Assembléia Legislativa do Rio aprovou nesta terça-feira (04/12), em primeira discussão, o projeto de lei 370/07, de autoria dos deputados Dica (PMDB) e Pedro Fernandes (DEM), que estende o benefício aos educadores, inclusive aos que já estão aposentados. A proposta também detalha como estabelecimentos a oferecerem o desconto os locais onde sejam realizados espetáculos teatrais, esportivos, musicais, cinematográficos, de artes plásticas ou qualquer outro evento que possa ser compreendido como manifestação cultural. Segundo a norma, a comprovação da condição de professor será feita através do contracheque ou da carteira funcional, no caso dos profissionais na ativa, e de documentos emitidos pelo Ministério da Educação, no caso dos professores aposentados. Segundo Dica, a meia-entrada para professores deve ser estimulada tanto quanto para os estudantes. "Os professores, como fomentadores da cultura, precisam estar permanentemente atualizados com todas as manifestações culturais e esportivas que ocorrem no estado, para que possam usar essas informações no preparo de aulas e em debates em sala, desenvolvendo, nos jovens, o raciocínio crítico, analítico, a capacidade de associar informações", defendeu. Para Pedro Fernandes, a medida faz justiça com os professores, que são mal remunerados. “Fica complicado para um professor pagar R$ 50 numa peça ou R$ 20 num cinema, ganhando menos de R$ 300 por mês”, defendeu o democrata. O projeto voltará em segunda discussão em data a ser definida.
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ALERJ APROVA MEIA-ENTRADA PARA PROFESSORES DAS REDES PÚBLICA E PRIVADA

Professores da rede pública e privada de ensino terão direito à meia-entrada em estabelecimentos culturais, tais como casas de shows, teatros e cinemas. A Assembléia Legislativa do Rio aprovou nesta terça-feira (04/12), em primeira discussão, o projeto de lei 370/07, de autoria dos deputados Dica (PMDB) e Pedro Fernandes (DEM), que estende o benefício aos educadores, inclusive aos que já estão aposentados. A proposta também detalha como estabelecimentos a oferecerem o desconto os locais onde sejam realizados espetáculos teatrais, esportivos, musicais, cinematográficos, de artes plásticas ou qualquer outro evento que possa ser compreendido como manifestação cultural. Segundo a norma, a comprovação da condição de professor será feita através do contracheque ou da carteira funcional, no caso dos profissionais na ativa, e de documentos emitidos pelo Ministério da Educação, no caso dos professores aposentados. Segundo Dica, a meia-entrada para professores deve ser estimulada tanto quanto para os estudantes. "Os professores, como fomentadores da cultura, precisam estar permanentemente atualizados com todas as manifestações culturais e esportivas que ocorrem no estado, para que possam usar essas informações no preparo de aulas e em debates em sala, desenvolvendo, nos jovens, o raciocínio crítico, analítico, a capacidade de associar informações", defendeu. Para Pedro Fernandes, a medida faz justiça com os professores, que são mal remunerados. “Fica complicado para um professor pagar R$ 50 numa peça ou R$ 20 num cinema, ganhando menos de R$ 300 por mês”, defendeu o democrata. O projeto voltará em segunda discussão em data a ser definida.
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