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Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Uso da pílula influencia o prazer sexual

Publicado em: maio 16, 2014 | Por Johnes Hebert

Uso da pílula influencia o prazer sexual

Estudo mostra que mudanças no uso do contraceptivo podem aumentar ou diminuir a libido da mulher

O uso da pílula anticoncepcional influencia a satisfação sexual da mulher em relacionamentos longos — tanto para o bem quanto para o mal. Pesquisa da Universidade de Stirling, na Escócia, analisou 365 casais heterossexuais, e mostrou que começar a tomar os hormônios durante um relacionamento faz a mulher perder a libido. O mesmo ocorre com aquelas que já tomavam o contraceptivo e resolvem interromper o uso durante o namoro.
Por outro lado, continuaram a ter prazer no sexo com o parceiro de longo prazo as mulheres que já usavam pílulas antes de conhecê-lo, e continuaram a tomá-las. O mesmo foi verificado com as que nunca haviam recorrido aos hormônios e permaneceram desta forma.

Mulher que continua usando hormônio tem mais vontade de fazer sexo
Foto:  Istock
Segundo o ginecologista e especialista em sexologia Jorge José Serapião, são muitos os fatores que influenciam a sexualidade. Considerando as taxas hormonais, ele afirma que a fórmula da maioria das pílulas usa progesteronas antiandrogênicas, principalmente as recomendadas a pacientes com ovários policistícos.
“O hormônio androgênio é responsável pelo desejo, e essa progesterona diminui as taxas dele no corpo, o que pode prejudicar a saúde sexual em alguns casos,” destaca.

Sobre as mulheres que pararam de usar o anticoncepcional e perderem libido, o médico supõe que os casais diminuem a frequência das relações: o medo da gravidez indesejada os deixa preocupados, o que abala o sexo. Para ele, mulheres que já tomam pílula há muito tempo atingem maior satisfação pois se conhecem melhor e estão adaptadas. Para o médico, o mais importante é conversar com um ginecologista e investigar os motivos da falta de libido.
Versão injetável pode engordar
Outros motivos também influenciam na adaptação da mulher ao contraceptivo prescrito. Normalmente, a maioria das pacientes escolhe tomar o comprimido, mesmo com a obrigatoriedade diária, de acordo com Serapião.
O sucesso das cartelas está ligado aos efeitos colaterais dos hormônios injetáveis, em formato de vacina mensal ou trimestral. O ginecologista explica que o hormônio medroxiprogesterona, presente nos injetáveis, engorda .
Ele percebe que a insatisfação com o corpo atinge diretamente o olhar do parceiro para a mulher, e dela mesma para si. “Se ele não a olha com tanto desejo e ela se sente insegura, o sexo pode ficar comprometido ”, diz o médico.http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2014-05-16/uso-da-pilula-influencia-o-prazer-sexual.html

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