CEO Juventude Barra Mansa
CEO & Diretor de Conteúdo

Johnes Hebert Victal Evangelista

Liderando a comunicação da Juventude Barra Mansa/RJ. Especialista em Educação e Direitos Humanos. Acadêmico Imortal pela ACILBRAS (Cadeira nº 1356) e Defensor da Cultura Mundial, Johnes é Licenciado em Letras e Pedagogia, com especialização em Universidade Federal. Líder estudantil de projeção nacional, foi protagonista na entrega da carta em defesa do PRONATEC à Presidência da República. Avaliador científico (FEMIC/UFCA) e autor com publicações internacionais na Colômbia e em editoras de alto impacto, possui expertise em Inovação Educacional e Gestão de Políticas Públicas. Sua atuação une o rigor acadêmico à mobilização social, consolidando a Juventude-BM como uma fonte de informação auditada, técnica e comprometida com a transparência pública diretamente do Sul Fluminense para o mundo.

Lei contra celular no banco não pega No 1º dia em vigor, clientes e bancários ignoram proibição do uso

Publicado em: abril 07, 2011 | Por Johnes Hebert
No primeiro dia em vigor, a lei que veta o uso de telefones celulares, palmtops e rádios transmissores dentro das agências bancárias no estado do Rio ‘não pegou’. Muitas pessoas não sabiam da proibição, e não havia cartazes afixados no interior dos bancos, como determina a nova regra. “Acho que não está valendo ainda”, disse a advogada Isabele Martins, 25 anos, a favor da norma, que visa evitar a incidência do crime ‘saidinha de banco’.

Segundo estatísticas do Instituto de Segurança Pública (ISP), essa modalidade de crime vem caindo, mas ainda preocupa. Em 2007, foram registrados no estado 2.210 assaltos na porta dos bancos. No ano passado, foram 1.721 ocorrências. “Minha mãe já foi vítima. Se for para diminuir assaltos, vale a pena. Dá para sair do banco e atender a ligação”, defende Isabele.

Pela lei, cabe aos bancários e seguranças impedir que os clientes atendam os aparelhos. A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) disse, em nota, que a proibição do uso de celulares, por restringir direitos, causará transtornos a clientes e que os bancos não têm poder de polícia para proibir o uso dos celulares.

Autor da lei, o deputado Domingos Brazão (PMDB) lembra que não está proibida a entrada dos celulares, apenas o uso. “ O bandido não tem como assaltar todo mundo que sai. Ele precisa de informação do comparsa que se disfarça de cliente”, diz.

BANCÁRIOS QUEREM BIOMBO

O Sindicato dos Bancários defende a instalação de biombos para impedir que criminosos fiquem de olho nos saques dos clientes. A Febraban também é contra a medida. Segundo os bancos, os biombos tendem a criar pontos cegos dificultando a visão dos vigilantes e aumentando a insegurança dentro da agência.
Fonte:O Dia

Google Translator