O projeto prevê a divulgação da ciência por meio de aulas com experimentos científicos práticos, exibição de documentários, palestras, entre outras ações. De acordo com a Alessandra, o “Semear Ciência” vai priorizar os estudantes do ensino fundamental e médio matriculados na rede municipal de ensino. Outro objetivo do projeto é tornar a ciência acessível à comunidade, com feiras de ciências especificamente voltadas para o grande público.
Segundo ela, outro ponto importante do projeto é acompanhar o desenvolvimento destes alunos até o ingresso na universidade. “Queremos verificar se vai haver influência do projeto no desempenho dos estudantes, e qual o reflexo disto no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica)”, afirmou a autora do “Semear Ciência”.
De acordo com o cronograma estabelecido no projeto, a aquisição do material de laboratório necessário será feita em março e abril, com a reestruturação do laboratório do Colégio João XXIII entre maio e abril. Uma mostra de documentários mensal deve começar em abril, e palestras e minicursos devem ser ministrados em maio e junho. O projeto prevê ainda oficinas de ciências em julho e agosto, uma visita à Feira de Ciências do ICex, em outubro, e uma feira de ciências em novembro.
O presidente da Fevre, José Luiz de Sá, lembrou a ligação que pode ser feita entre o “Semear Ciência” e o Museu de Ciências da Fevre, que deve ser construído em breve no Colégio Getúlio Vargas, em outra parceria com a UFF, dessa vez com a Escola de Arquitetura e Urbanismo da UFF em Niterói (RJ).
Fonte:Folha do Interior